SECOVI/DF LANÇA NOVO BOLETIM IMOBILIÁRIO

O Sindicato da Habitação do Distrito Federal (SECOVI/DF) divulgou o boletim imobiliário do mês de agosto. A taxa Selic manteve progressão de queda, com novas reduções atingindo o valor de 7,5%. A inflação, registrada a partir do IPCA, avançou 0,41% em relação a julho. O Índice de Confiança ao Consumidor atingiu o seu menor índice em doze meses fechando em 120,4 pontos.

Em agosto apenas o IGP-DI e o INCC sofreram desaceleração, passando de 1,52% em julho, para 1,29%, e de 0,67% para 0,26%, respectivamente. O IGP-M e o IPC apresentaram aceleração, com 1,43% e 0,27%. Já o IPCA sofreu leve desaceleração de 0,43% para 0,41%. O decréscimo de 0,25% da Base Monetária, apesar de pequeno, demonstra a tendência de estabilização. A expansão do crédito atingiu 50,7% do Produto Interno Bruto, uma elevação de 0,1 p.p. em relação ao mês de julho. No setor habitacional o crédito mantém-se expressivo atingindo 11,1% em relação ao crédito total.

No mês analisado, o índice que teve a variação mais significativa foi o IMOB (Índice Imobiliário) com aumento em quase dez pontos percentuais fechando em 9,88%.

Conforme tendência dos meses anteriores, o Guará obteve novamente a maior rentabilidade na categoria quitinetes de 0,49%. O preço mediano de comercialização de uma quitinete no Guará é de R$185.000. O presidente do SECOVI/DF, Carlos Hiram Bentes David, explica que com a taxa apresentada o investidor teria um rendimento de R$ 11.093,71 em doze meses ao alugar o imóvel. “É importante ressaltar que esta taxa não inclui a valorização do imóvel, que pode aumentar sua rentabilidade”, conclui. Águas Claras fechou o mês com um percentual de 0,43. O Índice de Rentabilidade Imobiliária mede o rendimento obtido por meio da locação de imóveis em diferentes regiões do Distrito Federal. Foram analisadas as cidades de Brasília, Águas Claras e Guará.  

Analisando a oferta de imóveis residenciais no Distrito Federal, Brasília apresenta os maiores valores por metro quadrado para apartamentos de quatro dormitórios de 10 mil reais. Já, as quitinetes na Asa Norte tiveram o menor valor mediano para comercialização de 225 mil reais.

Brasília apresentou também o maior valor do metro quadrado para salas comerciais ultrapassando os 10 mil reais. Para as lojas, o metro quadrado mais caro continua sendo em Águas Claras de 10.418 reais.

De acordo com as séries históricas analisadas nas cidades de Brasília, Guará e Águas Claras pelo Boletim de Conjuntura, os valores dos apartamentos de dois e três dormitórios não sofreram modificações significativas, pois as variações não ultrapassaram dois pontos percentuais. O preço das quitinetes manteve-se praticamente inalterado em Águas Claras e Brasília.
 
Em Brasília, casas de três e quatro dormitórios tiveram variação positiva, porém pouco significativa. Já no Guará, casas de três quartos apresentaram variação positiva em 2%, e as de quatro dormitórios apresentaram variação negativa de 3,6%.
 
Contato: Cristiane Baker
Assessoria de Imprensa – SECOVI/DF
(61) 8111.3166

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