SECOVI/DF LANÇA 1º BOLETIM ANUAL DO MERCADO IMOBILIÁRIO

O Sindicato da Habitação do Distrito Federal (SECOVI/DF) comemora os 52 anos de Brasília com o lançamento do 1º Boletim Anual de Conjuntura Imobiliária do Distrito Federal.  O estudo elaborado em parceria com a Econsult (Empresa Júnior do Departamento de Economia da UNB) foi divulgado em um seminário na Universidade de Brasília.

A pesquisa traz uma compilação de dados minuciosos do mercado imobiliário durante os últimos doze meses e mostra o poder de compra no Brasil, o crescimento na liberação de crédito, além de fazer uma análise econômica do Distrito Federal com dados demográficos.  A novidade é a criação de dois indicadores imobiliários, para compra e aluguel, que servirão como balizadores do mercado. “É um índice sintético que poderá ser aplicado por qualquer pessoa como forma de orientação”, explicou o diretor de projetos da Econsult, Rodrigo Braz.

Segundo o presidente do SECOVI/DF, Carlos Hiram Bentes David, o Boletim Anual é um presente de aniversário para a capital, pois faz um raio-X, sem especulação, do mercado no DF. “A nossa pesquisa mostra como o setor imobiliário evoluiu na cidade e encontra-se, extremamente, valorizado”, explica.

O objetivo do estudo é ser fonte de informações para as empresas do mercado imobiliário, em especial aquelas representadas pelo Sindicato, bem como para corretores,  investidores,  interessados na compra, venda ou aluguel de imóveis e também para o meio acadêmico.
Dados demográficos
Brasília, essa jovem senhora, se destaca no cenário nacional por possuir características peculiares como mostram os dados demográficos citados na pesquisa. Segundo o IBGE, entre 2000 e 2010, a população do DF teve uma expansão de 25%, ou seja, o dobro da média nacional. Além disso, apenas 3,38% da população do DF vive em zona rural, frente a uma proporção de 15,65% na média de outras regiões do país.

Outro ponto interessante é a pirâmide etária, mais concentrada na área que abrange a faixa entre 15 e 40 anos, dentro da qual está cerca de 40% da população. Esta parcela da população caracteriza-se por representar pessoas majoritariamente em idade economicamente ativa, o que é favorável para o PIB local. Isso reflete tanto na atividade econômica quanto no setor imobiliário. Do ponto de vista do mercado imobiliário, é vantajoso o fato de 20% da população  estar na faixa entre 25 e 35 anos, uma fase de formação de família e, como consequência, compra e locação de imóveis.

Um estudo da Codeplan revelou que no ano de 2010, o PIB per capita do Distrito Federal chegou a R$ 50,2 mil, o triplo da média brasileira. Isso se deve à expansão, não só do setor produtivo privado, mas principalmente do funcionalismo público, cujo percentual de participação no PIB do DF chegou a 47,5% do total, divididos entre saúde, educação e administração pública.

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