NOVOS INCENTIVOS PARA O FINANCIAMENTO DA CASA PRÓPRIA

  • 17 de janeiro de 2013

A Caixa Econômica Federal reduziu, essa semana, a taxa de juros nos financiamentos de imóveis acima de R$ 500 mil fora do Sistema Financeiro de Habitação (SFH).

As taxas de juros caíram de 9,9% para 9,4% ao ano. Para quem já é cliente da instituição  a taxa passa de 8,9% para 8,4%. No caso de servidores públicos, as taxas de juros podem chegar a 8,3% ao ano. Os valores valem para os novos contratos a partir do dia 15/01.

A explicação para taxas de juros mais baixas é o alto número de interessados em financiar imóveis acima de R$ 500 mil. O novo cenário nacional com taxas de juros mais baixas, prazos mais longos e maior segurança para os bancos está  impulsionando o mercado imobiliário.
Segundo o vice-presidente do Sindicato da Habitação do Distrito Federal (SECOVI/DF), Ovídio Maia, a Caixa Econômica Federal  (CEF) vem acompanhando a evolução do país que passa por uma estabilidade financeira e a queda nas taxas de juros demonstra cada vez mais que o Brasil está no caminho de  países do primeiro mundo. “Quem ganha com isso é a população que pode fazer um planejamento e contar com um crédito mais acessível”, conclui.

Em 2012, a Caixa já havia reduzido os juros para imóveis enquadrados no Sistema Financeiro da Habitação (SFH) através do Programa Caixa Melhor Crédito. O programa promoveu uma redução nas taxas  de crédito imobiliário em até 21% . Nas operações com recursos da poupança, o banco aumentou o prazo de financiamento, de 30 para 35 anos.

No ano passado a Caixa atingiu a marca de R$ 101 bilhões em contratações do crédito imobiliário, o resultado superou a expectativa de empréstimos de imóveis para 2012  e atingiu um recorde no financiamento para casa própria. O volume corresponde a um crescimento de 33,8% em relação ao mesmo período de 2011 quando fechou o ano com R$ 75,4 bilhões em contratações.

A expectativa é que os bancos privados acompanhem a redução na taxa de juros. “Essa é a tendência, já que se as outras instituições financeiras não acompanharem perderão um grande nicho de mercado”, afirma o vice-presidente do Sindicato da Habitação – Ovídio Maia.

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