Novo fôlego para o mercado imobiliário

  • 11 de junho de 2015

O mercado imobiliário de Brasília está retornando gradualmente à superfície e já pode respirar melhor, após três anos marcados por excesso de oferta, estoques altos e depreciação dos preços dos imóveis. Embora permaneça no ar um clima de cautela com o mercado local, o que inclui entraves burocráticos, incorporadoras e imobiliárias já enxergam espaço para novos investimentos, como é o caso dos empreendimentos de alto padrão no Setor Noroeste da capital federal e das unidades econômicas nas cidades-satélites, como Samambaia. “A retomada dos lançamentos começou este ano. No primeiro quadrimestre, houve aumento de 17% na venda de novos e de 30% do VGV (valor geral de vendas) lançado, em relação a 2014”, afirma Marco Antônio Demartini, vice-presidente administrativo do Sindicato da Habitação do Distrito Federal (SECOVI/DF).

Ainda é possível visualizar em Brasília alguns tapumes anunciando novos empreendimentos imobiliários, mas dificilmente a população encontrará um canteiro de obras fora do Setor Noroeste, o último espaço disponível para lançamentos na região do Plano Piloto. A calmaria se deve ao fato de que nos últimos dois anos não houve muitos lançamentos residenciais e comerciais na cidade e nem em seu entorno.

Em 2014, foram entregues 2,8 mil unidades no Distrito Federal, uma quantidade bem distante das 17 mil registradas em 2011. O mercado está, ainda, se adaptando a nova realidade. Primeiro, porque passa por um momento de ajuste da oferta após o boom de lançamentos entre 2010 e 2012. Nesse período, ocorreram 207 lançamentos, totalizando 44.700 unidades. O segundo motivo é que as obras enfrentam demora na aprovação e na liberação do Habite-se, atrasando a sua entrega.

Contudo, o presidente do SECOVI/DF, Hiram David, alerta que a hora é propícia para quem deseja comprar um imóvel. “Em época de juros altos, quem tem dinheiro pode fazer um ótimo negócio”, afirma Hiram.

Não perca essa oportunidade e confira todos os dados do mercado imobiliário do Distrito Federal, em nosso Boletim de Conjuntura Imobiliária divulgado, mensalmente, pelo Sindicato.

 

Com informações da Revista Construção e Mercado.

 

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