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Quanto custa ter um imóvel nos EUA

O estouro da bolha imobiliária nos Estados Unidos e o real valorizado escancaram as portas do mercado americano para investidores brasileiros em busca de “pechinchas” ou do glamour de ter uma casa fora. O maior alvo da febre é Miami, mas cidades como Nova York, Los Angeles, Las Vegas e até Houston, no Texas, também são procuradas. Pela alta concentração de Imóveis que funcionam como segunda residência, essas cidades apresentam descontos ainda maiores que as moradias principais.

Miami apresenta descontos que variam de 30% a 40% em relação ao preço máximo antes da crise. Mas a cidade com os maiores descontos é Las Vegas, onde os preços hoje estão de 60% a 70% abaixo do pico alcançado antes do estouro da bolha.

Em Miami, um imóvel em South Beach, a praia mais famosa da cidade, pode custar cerca de 15.000 dólares ou 26.500 reais. Mas, há  imóveis, na capital da Flórida,  que custam entre 3.000 e 8.000 dólares o metro quadrado, ou 5.300 a 14.100 reais, semelhante aos bairros paulistanos mais valorizados, como Vila Nova Conceição e Vila Olímpia.

Primeiro lançamento no Brasil
A ST Residential, maior proprietária de condomínios residenciais dos Estados Unidos, lançou seu primeiro empreendimento para ser comercializado no Brasil.Trata-se de um condomínio em South Beach, a duas quadras da praia, cujos apartamentos custam entre 380.000 e 650.000 dólares. Mas a intenção é trazer também outros empreendimentos, mesmo de fora de Miami, entre eles condomínios em Las Vegas e Houston. Para isso, foi feita uma parceria com a Abyara, empresa da Brasil Brokers, e com a Halmoral Group.

Perfil dos compradores brasileiros
Embora tenha começado a vender no Brasil apenas agora, a ST Residential já está acostumada com os clientes brasileiros. No sul da Flórida – onde 85% dos clientes da ST são estrangeiros – os brasileiros já representam 30%, atrás apenas dos venezuelanos e à frente de mexicanos e argentinos.
“São pessoas de alta renda ou classe média alta que buscam tanto investimentos como uma segunda residência”, diz Peggy Fucci, vice-presidente da ST Residential. Ela explica que alguns investidores compram várias propriedades; outros precisam de uma segunda residência por motivos profissionais, para instalar os filhos que vão estudar nos Estados Unidos ou até como casa de veraneio. “Acreditamos que em 2012 os brasileiros passem a representar 20% dos nossos clientes”, acrescenta Peggy.

Como fazer para comprar
O procedimento para comprar um imóvel nos Estados Unidos é mais fácil do que parece. O comprador recebe um contrato em português e faz um depósito de 10% do valor do imóvel. O único documento necessário é o passaporte. O negócio é fechado entre 30 e 45 dias. Se for o caso, o procedimento para financiar é semelhante ao que é adotado no Brasil, e os bancos americanos financiam até 70% do valor restante (após o depósito dos 10%).

Para manter uma residência lá fora também não é preciso pagar impostos, apenas declará-la. A não ser, é claro, que o proprietário ganhe dinheiro com aluguéis ou com a venda do imóvel. Nesse caso, as alíquotas variam de acordo com a renda do proprietário, mas a declaração pode ser feita do Brasil mesmo.

Com informações da Exame.com

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