BOLETIM IMOBILIÁRIO MOSTRA VALORIZAÇÃO DO MERCADO

No revés do cenário nacional, o Índice Imobiliário de Comercialização de imóveis do Distrito Federal, referente ao mês de março, apresentou valorização e acumula alta de 2% no ano.

Segundo o presidente do Sindicato da Habitação do Distrito Federal (SECOVI/DF), Carlos Hiram Bentes David, a valorização do índice é fruto da diminuição da oferta que trouxe equilíbrio aos estoques e a uma

demanda composta por compradores ávidos por segurança. “Um bom indício para os investidores e alento para o setor”, afirmou.

O Boletim de Conjuntura Imobiliária, do mês analisado, comprovou a rentabilidade dos imóveis residenciais, observando que os maiores índices concentraram-se na região de Águas Claras, com exceção para a categoria quitinetes, onde o Guará obteve o maior índice, de 0,52%. Em relação à rentabilidade de imóveis comerciais, destaque para a região de Taguatinga, que obteve a maior rentabilidade na categoria lojas, de 0,76%. Na categoria salas comerciais, a maior rentabilidade foi registrada em Águas Claras, de 0,58%.

No mês de março, a participação de imóveis residenciais para comercialização representou 92,9% da amostra e os imóveis comerciais, 7,1%. Assim como nos últimos meses, os preços mais altos foram observados na cidade de Brasília, em qualquer perfil de imóvel analisado. O maior preço mediano registrado continua sendo o de casas com 4 dormitórios no Lago Sul, atingindo o valor de, aproximadamente, 2 milhões de reais.

Entretanto, os valores medianos mais baixos foram encontrados em apartamentos de 1 dormitório em Sobradinho, de R$ 110 mil e em casas com 2 dormitórios no Paranoá de R$ 135 mil. Quanto aos imóveis comerciais, os maiores valores foram verificados no Setor de Indústria e Abastecimento e em Brasília, variando de acordo com o perfil do imóvel.

Em relação ao mercado de aluguéis, a amostra entre imóveis residenciais e comerciais, foi de 71,2% para o primeiro perfil e de 28,8%, para o segundo. A maior participação continuou sendo de quitinetes com a proporção de 17,05% da amostra. No mês de referência foram analisados 45.424 imóveis para locação.

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