SECOVI/DF DEBATE PROJETO DO CORRETOR DE IMÓVEIS

O Sindicato da Habitação do Distrito Federal (SECOVI/DF) participou, no último dia 03 de junho, de uma reunião na Câmara Brasileira de Comércio e Serviços Imobiliários (CBCSI) para discutir e analisar temas de interesse do setor. Entre eles, o PL 1.872/2007 que estabelece normas mais claras entre o corretor de imóveis e a empresa. Foi debatida também a criação do Portal de Imóveis Secovi Brasil. A reunião contou com a presença do deputado Edinho Bez (PMDB/SC), autor do projeto.
O deputado explicou que o projeto traz benefícios tanto aos corretores de imóveis quanto às imobiliárias. O PL cria a figura do corretor associado à imobiliária, sem obrigar a empresa a contratar o profissional. Ou seja, prevê uma associação sem vínculo empregatício, mediante contrato específico registrado no Conselho Regional de Corretores de Imóveis local.

Durante a reunião, foi criado um grupo de trabalho composto por representantes dos Secovis que se reunirão ainda este mês, em São Paulo, para tratar das relações entre corretores e imobiliárias.

Portal Secovi
A Câmara Brasileira de Comércio e Serviços Imobiliários, órgão consultivo da presidência da CNC (Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo), vai disponibilizar, em breve, na web, o Portal de Imóveis Secovi Brasil, um canal nacional criado para a imobiliária associada realizar suas atividades de forma moderna. As vantagens são: o baixo custo e o aumento de credibilidade frente aos clientes.
“Esse portal significará um grande avanço no mercado imobiliário. Ele foi concebido para facilitar os negócios tanto para o vendedor quanto para o comprador em plano nacional”, explicou o coordenador da CBCSI, Pedro Wähmann.
O vice-presidente do SECOVI/DF, Ovídio Maia, destacou a importância do Portal Secovi para o setor. Segundo ele, representantes de vários estados estão participando da elaboração do Portal que será um marco para a categoria.
Outro tema debatido na reunião foi a dificuldade enfrentada pelo setor imobiliário com o novo Código Florestal em relação às florestas inseridas tanto no ambiente urbano como no rural, as chamadas APPs (Áreas de Proteção Permanente) nas áreas urbanas. O problema é que o código não diferencia as regras para áreas rurais e urbanas.

A CBCSI defende que o Código Florestal deve estabelecer princípios e limites mínimos, porém diferenciados para áreas urbanas.     

 
Com informações da CNC

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