Feirão que vende sonhos

Foi aberto, nesta sexta-feira, o maior salão de venda de imóveis do país. Caixa espera a visita de 40 mil pessoas em Brasília e quer fechar R$ 600 milhões em negócios só no DF

Suzano Almeida e Laís Braz
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Redação Jornal da Comunidade

 Feirão da Caixa oferece aos interessados milhares de imóveis. É uma oportunidade única para muita gente realizar o sonho da casa própria

Começou nesta sexta-feira (21) e vai até o domingo (23) o maior salão de vendas de imóveis do Brasil. O 6º Feirão da Casa Própria da Caixa está com tudo e não está prosa. E promete, nesta sua sexta edição, bater recordes de vendas e empréstimos de crédito para pessoas de todas as classes, em especial aquelas beneficiadas pelo programa Minha Casa, Minha Vida. O programa contará com 200 mil dos 450 mil imóveis disponíveis em todo o país. A previsão dos organizadores é de movimentar, durante o evento, R$ 3,5 bilhões entre vendas e créditos cedidos pela Caixa.

No início do ano o governo federal anunciou que pretende construir até o final de 2010 um milhão de casas populares, todas pelo Minha Casa, Minha Vida. Esse grande esforço faz parte das metas apresentadas para a segunda fase do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), que possui diversas linhas de ação e é o carro-chefe para impulsionar as oportunidades de aquisição da casa própria de milhares de brasileiros.

A abertura do evento contou com a participação do vice-presidente de atendimento da Caixa, Carlos Augusto Borges, da vice-governadora Ivelise Longhi e de várias lideranças empresariais dos setores imobiliário e da construção civil do DF. E teve seu tom definido nas palavras do vice-presidente da Caixa, que falou com a reportagem do Jornal da Comunidade sobre o momento e o significado do Feirão para milhares de brasileiros.

“Estou há 30 anos no banco e em todo esse tempo esse é o melhor momento vivido por nós. Muito disso vem dos programas e incentivos do governo federal”, destacou. E completou: “Está na nossa origem ajudar a tirar as pessoas da escravidão e a comprar sua liberdade, como fizemos com os escravos lá no inicio da Caixa”, comparou.

Quanto à expectativa para este ano, a superintendente da Caixa no DF, Leane Cardoso Mundin, diz que o Feirão tem potencial para estimular o desempenho de crédito habitacional da instituição. Durante a cerimônia de abertura do evento, Leane destacou a satisfação da Caixa em realizar o sonho da casa própria de milhares de brasileiros.

Terminadas as apresentações, construtoras, imobiliárias e consultores a postos! O Feirão do DF conta com 18 mil imóveis nas mais variadas localidades da capital e Entorno. Desses, 13 mil empreendimentos se encaixam no programa habitacional do governo. As grandes construtoras trazem excelentes oportunidades, todas com o aval do banco. Isso porque, durante o processo de seleção dos empreendimentos, a Caixa foi rígida na escolha dos projetos que participariam do evento.

 
 

Menos burocracia e mais facilidades
 
Serão 90 parceiros distribuídos em 130 estandes. A proximidade das empresas é a primeira vantagem para quem adora dar uma pechinchada. Sendo assim, o cliente que negociar pode e deve trabalhar para conseguir a melhor forma de adquirir seu imóvel.

Somente este ano a Caixa já investiu R$ 1,1 bilhão no DF e Entorno, o que comprova o excelente momento do mercado imobiliário da região. No Feirão, a grande vantagem está na desburocratização dos serviços de liberação do crédito, o que não quer dizer que a Caixa deixe as rédeas frouxas. A política do bom crédito e a confiança da Caixa em seus clientes atraíram o técnico de oficina ortopédica Janiel Lopes, que estava em busca do seu primeiro imóvel. “No Feirão há menos burocracia. Aqui tem mais opções e em todas as partes do DF”, justificou.

Para adquirir a casa própria, o casal de vigilantes Edilson de Almeida e Leila Márcia Ribeiro visitou o evento em seu primeiro dia. “Queremos um imóvel na Ceilândia pronto para morar, queremos sair daqui com tudo resolvido. Vamos aproveitar a oportunidade do Minha Casa, Minha Vida e o financiamento da Caixa para sair do aluguel”, disseram, sem esconder a ansiedade.

Para utilizar os benefícios do programa habitacional do governo no Feirão da Caixa, os compradores devem comprovar renda superior a três salários mínimos e apresentar alguns documentos, como os três últimos contracheques (ou, no caso dos autônomos, os seis últimos extratos de movimentação financeira), identidade, CPF e comprovante de residência. Aos casais que querem comprar a casa junto, mas não tem a união legalizada na Justiça, a Caixa pede a comprovação de união estável, em cartório.

Durante os três dias, corretores e empresas estarão à disposição para atender e fechar o melhor negócio. A Caixa também disponibilizou uma gama de funcionários para dar consultoria aos interessados em adquirir os subsídios disponibilizados.

Uma equipe com pelo menos 900 pessoas faz todo um trabalho de avaliação das possibilidades de crédito. O Feirão vai até domingo, sempre a partir das 9h.

Serão 90 parceiros distribuídos em 130 estandes. A proximidade das empresas é a primeira vantagem para quem adora dar uma pechinchada. Sendo assim, o cliente que negociar pode e deve trabalhar para conseguir a melhor forma de adquirir seu imóvel.

Somente este ano a Caixa já investiu R$ 1,1 bilhão no DF e Entorno, o que comprova o excelente momento do mercado imobiliário da região. No Feirão, a grande vantagem está na desburocratização dos serviços de liberação do crédito, o que não quer dizer que a Caixa deixe as rédeas frouxas. A política do bom crédito e a confiança da Caixa em seus clientes atraíram o técnico de oficina ortopédica Janiel Lopes, que estava em busca do seu primeiro imóvel. “No Feirão há menos burocracia. Aqui tem mais opções e em todas as partes do DF”, justificou.

Para adquirir a casa própria, o casal de vigilantes Edilson de Almeida e Leila Márcia Ribeiro visitou o evento em seu primeiro dia. “Queremos um imóvel na Ceilândia pronto para morar, queremos sair daqui com tudo resolvido. Vamos aproveitar a oportunidade do Minha Casa, Minha Vida e o financiamento da Caixa para sair do aluguel”, disseram, sem esconder a ansiedade.

Para utilizar os benefícios do programa habitacional do governo no Feirão da Caixa, os compradores devem comprovar renda superior a três salários mínimos e apresentar alguns documentos, como os três últimos contracheques (ou, no caso dos autônomos, os seis últimos extratos de movimentação financeira), identidade, CPF e comprovante de residência. Aos casais que querem comprar a casa junto, mas não tem a união legalizada na Justiça, a Caixa pede a comprovação de união estável, em cartório.

Durante os três dias, corretores e empresas estarão à disposição para atender e fechar o melhor negócio. A Caixa também disponibilizou uma gama de funcionários para dar consultoria aos interessados em adquirir os subsídios disponibilizados.

Uma equipe com pelo menos 900 pessoas faz todo um trabalho de avaliação das possibilidades de crédito. O Feirão vai até domingo, sempre a partir das 9h.

 
Vice-governadora destaca importância do crédito

A vice-governadora Ivelise Longhi, ex-secretária de Obras e de Desenvolvimento Urbano e Habitação do DF, destacou a importância do financiamento habitacional para atender as pessoas de baixa renda, segmento que concentra o maior déficit de moradia. “Quando secretária, recebia várias pessoas que afirmavam terem se tornado cidadãos ao adquirir um imóvel. Ao ter um endereço, eles também poderiam comprar outros bens”, lembrou Ivelise.

O vice-presidente de Atendimento da Caixa, Carlos Augusto Borges, destacou que o evento poderá ajustar as questões do Minha Casa, Minha Vida no DF, com potencial para crescer mais, se comparado a outras regiões do país. Borges também observa que a mudança cultural entre parcerias de empresas privadas e públicas fortaleceu o segmento imobiliário nacional. “Esse é o melhor momento da Caixa, com o programa habitacional do governo para atendimento à sociedade”.
A geração de empregos pela construção civil está entre os benefícios criados pela expansão do setor no Brasil. Segundo Borges, 962 mil postos de trabalho foram abertos este ano no país e se o crescimento da construção continuar esse número poderá chegar a dois milhões.

O presidente do Sindicato da Habitação (Secovi-DF), Carlos Hiram Bentes David, acredita que as expectativas do setor para o evento são grandes, maiores do que nos Feirões anteriores. O Secovi tem um estande para atender à população e tirar dúvidas sobre a aquisição do imóvel. “Os resultados serão positivos por causa da disposição de crédito e das baixas taxas de juros”, destaca.

Cerimonia sacramenta contrato entre Caixa e empresas. Durante o evento de abertura o Feirão, o presidente da Soltec Engenharia, Adalberto Cleber Valadão, assinou contrato com a Caixa Econômica para o financiamento para o empreendimento Dolce Vitta, que terá quatro prédios e 586 apartamentos. Segundo Valadão, o empreendimento localizado no Guará será financiado com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e por isso será acessível para diversas classes de renda.

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